sábado, 12 de fevereiro de 2011

À Poetisa_




À Poetisa!

Sua tez esbranquiçada me prendeu
como um sono magnético.
Me perdi na castanhes do seu olhar
simples, inteligível e complexo.

já são vinte e cinco datas
da poetisa que da pedra fez flor.
que no véu das cataratas
fechou os olhos abriu os braços e vôo.

A vida bem vivida traz os versos prontos
e na existência terrestre
desejo que seus dias sejam longos

As vezes utópicos vivos em candura
na árvore do amor frutifique seus desejos
e que seja a mais sã nesta terra de loucura.


Henrique, o cara do barraco, o rimador paulista de longas conversas poeticamente malucas....

Nenhum comentário:

Postar um comentário